Com mais de R$1,1 milhão destinados à Capital, deputada fortalece instituições que acolhem, tratam e ajudam a reconstruir histórias
A política só cumpre seu papel quando volta para a população em forma de resposta. Com essa compreensão, a deputada estadual Lia Nogueira (PSDB) destinou, ao longo do mandato, mais de R$ 1,1 milhão a instituições de Campo Grande que fazem diferença no cotidiano de quem procura atendimento, acolhimento ou uma nova chance. Mais do que distribuir valores, a parlamentar buscou fortalecer serviços capazes de transformar cada emenda em resultado.
Esse compromisso com resultados aparece, por exemplo, no ISAC (Instituto Social Ajudar e Cuidar), que atende famílias em situação de vulnerabilidade, no Jardim Tarumã. A emenda encaminhada por Lia Nogueira fortaleceu o projeto Aromas que Transformam Vidas, uma das frentes da entidade voltada à capacitação de mulheres e à geração de renda. “A gente serve a mesa da viúva, do órfão e do necessitado”, resumiu Cleise Pires, vice-presidente da entidade.
Em outra frente, a presença do mandato alcança pessoas que tentam se libertar da dependência química e reconstruir vínculos rompidos pelo vício. No Instituto Jaboque, no Chácara das Mansões, a estrutura faz parte do acolhimento e das condições necessárias para que o tratamento avance. “Tem gente que chega aqui sem acreditar que ainda pode voltar para casa. Com o apoio da deputada, conseguimos melhorar nossa estrutura e oferecer um acolhimento mais digno. Quando o cuidado encontra condições para acontecer, a pessoa começa a recuperar esperança e força para viver de novo”, agradeceu Sheila de Fátima Matheus, coordenadora do projeto.
No Nova Lima, o MASC (Movimento de Apoio Social Campo-Grandense) sentiu o efeito da emenda na organização da rotina. José Ferreira Rocha Neto, o Zé do Anache, contou que a entidade enfrentava obstáculos para pagar profissionais e fornecedores. Depois dos recursos destinados pela deputada, foi possível colocar as contas em ordem, manter o atendimento e tirar projetos do papel. “Esse recurso chegou em boa hora. Ajudou a manter os serviços funcionando e deu condições para a gente continuar atendendo quem mais precisa”, afirmou. Para a comunidade, isso significa encontrar o serviço aberto quando a família precisa de apoio, orientação e oportunidade.
A história de Karolayne Gonçalves e do filho Luca mostra outro alcance desse trabalho. Logo após o nascimento, Luca apresentou dificuldade para respirar. Foi então que a família descobriu uma fissura interna no céu da boca, condição que exigia acompanhamento especializado e cirurgia. Na Funcraf (Fundação para Estudo e Tratamento das Deformidades Craniofaciais), no Monte Castelo, Karolayne encontrou atendimento. “Se não tivesse a instituição, ele não teria operado”, relatou.
A rede apoiada por Lia Nogueira também alcança famílias atípicas. Na Associação Juliano Varela, no Tiradentes, referência no atendimento a pessoas com deficiência intelectual e transtornos do desenvolvimento, o suporte vai além dos atendimentos especializados e chega ao cotidiano de pais e mães que buscam orientação e acolhimento. Foi ali que Marcelo, de 9 anos, diagnosticado com autismo, resumiu o que sente pelo espaço em uma frase simples e sincera, “uma experiência perfeita”.
A atuação da deputada ainda chegou a instituições como Santa Casa, Hospital Nosso Lar, Hospital São Julião, Lar Lygia Hans, Instituição Meimei, Cotolengo Sul-Mato-Grossense, CER/APAE, Associação Amigos do Chitão, Escola Estadual Hércules Maymone e Bombeiros do Amanhã. São serviços de saúde, assistência, educação, inclusão e formação que atendem moradores da Capital e, em muitos casos, também pessoas de outros municípios que buscam em Campo Grande tratamento, orientação ou apoio.
Esse acompanhamento não acontece apenas nos documentos ou na liberação dos recursos. Ele passa pela presença nas instituições, pela escuta das equipes e pelo contato com as famílias atendidas. Foi isso que Giselle da Silva, tia de Marcelo, percebeu durante a visita de Lia Nogueira à Associação Juliano Varela. “Ela vem pessoalmente”, pontuou.
A parlamentar reforça que o trabalho não termina quando a emenda é liberada. “Eu fiscalizo para garantir que o dinheiro chegue onde tem que chegar. A minha função não termina quando a emenda é liberada”, destacou Lia Nogueira.
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